Tag Archives: patrimonio

fotografia | imaging | video

Remodelei o site, para melhorar a navegação e facilitar a visualização das galerias de fotografia.

Para ver em www.mrfotosonline.com.

Manuel Ribeiro | fotografia | imaging | video

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Video-documentário para o Património – Murais em risco no Alentejo

PINTURA MURAL 2D – murais em risco no Alentejo é um documentário de 12 minutos escrito pela conservadora-restauradora Milene Gil para o simpósio “Património em Construção – contextos para a sua preservação”. O encontro decorreu no LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil entre 25 e 26 de Novembro.

Pintura mural 2d - murais em risco no Alentejo - documentario video

Milene Gil é actualmente investigadora no Centro Hercules da Universidade de Évora.

No âmbito do seu projecto de pós-doutoramento tem vindo a estudar algumas das  pinturas murais de igrejas abandonadas no Alentejo e a lançar sucessivos alertas para a necessidade urgente de preservar esta imensa riqueza histórica e artística em vertiginosa degradação.

A opção pelo documentário em video por oposição à apresentação de comunicações  escritas e/ou orais reflecte a visão da investigadora sobre as valências e a eficácia da Imagem como ferramenta fundamental na investigação e como meio previlegiado de divulgação científica junto das comunidades e das autoridades responsáveis pelo nosso património. As reacções dos participantes no Simpósio confirmam-no.


O documentário foi cuidadosamente planeado, dada a quantidade de intervenientes. A rodagem decorreu entre Junho e Novembro com câmara de video profissional FullHD e editado em Adobe Premiere Pro 5.5.

Como noutros projectos, anteriores e em curso, foi  um prazer poder contribuir para a materialização desta ideia. Obrigado.

Um agradecimento especial ao Pedro Bizarro pela disponibilização dos equipamentos.

Milene Gil>> milenegil@gmail.com

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Património e Paisagem Urbana na Gulbenkian

A Fundação Calouste Gulbenkian – Programa Descobrir  promoveu várias actividades  integradas nas Jornadas Europeias do Patrimonio, este ano sob a temática do Património e Paisagem Urbana.

Entre elas uma oficina de fotografia, curta de duas horas, para uma audiência pequena mas interessada e participativa.

jornadas-europeias-patrimonio-gulbenkian-manuel ribeiro

Fiz uma breve abordagem aos equipamentos fotográficos e mostrei como cada um deles influencia o modo de ver.

Mostrei um portfolio, feito de propósito para este curso, com a minha visão pessoal de como  os jardins e os edifícios da Fundação  dialogam com a paisagem urbana envolvente.

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Mais uma vez foi um prazer trabalhar com a equipa da Gulbenkian, a quem agradeço o convite.

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Técnicas avançadas de imaging para o estudo do Património: RTI

A RTI (Reflectance Transformation Imaging) é uma técnica de visualização de objectos e superfícies com base em seqências de fotografias digitais transformadas por algoritmos matemáticos.

A vantagem que salta imediatamente à vista, entre muitas outras, é a possibilidade de visualizar e analisar no ecran o resultado das diferentes direcções de iluminação com que foi fotografado o objecto.

Esta técnica foi inventada e desenvolvida em 2001 por Tom Malzbender investigador nos laboratórios da Hewlett Packard. Tem sido divulgada pela CHI- Cultural HeritageImaging, uma organização californiana dedicada ao desenvolvimento e aplicação de técnicas de fotografia digital ao Patrimonio Cultural.

Tenho experimentado a RTI numa colaboração com a investigadora Milene Gil, do Centro Hercules da Universidade de Évora. O objecto do estudo são pinturas murais de igrejas abandonadas no Alentejo.

Pintura mural, iluminada com luz difusa

Aqui ficam alguns exemplos  e resultados da aplicação da RTI.

RTI - captura de ecran no modo 'default'

RTI - captura de ecran no modo 'default'

RTI - captura de ecran no modo 'specular enhancement'

O video a seguir mostra o interface do RTI Viewer em funcionamento, a partir do qual foram obtidas as fotos acima.

O processo tem sido largamente utilizado e melhorado por especialistas de todo o mundo, incluindo os portugueses Alberto Proença e Luis Paulo Santos, investigadores do CCTC da Universidade do Minho, que em colaboração com a CHI a aplicaram ao estudo da arte rupestre do Vale do Côa.

Este artigo é para especialistas. Não me vou alongar com explicações redundantes sobre o processo, que admite inúmeras abordagens, variações e aplicações, consoante as necessidades. Toda a informação pode ser consultada nos seguintes sites:

Tom Malzbender

CHI- Cultural Heritage Imaging

CHI- blog

RTIiCAN’s Blog

Finalmente quero afirmar aqui a minha disponibilidade para aplicar, desenvolver e divulgar esta e outras técnicas com os investigadores interessados.

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2009 a acabar

PINTAR A GRUTA DO ESCOURAL

Voltei a fotografar a Gruta do Escoural em Novembro, passados anos desde o grande levantamento de toda a arte rupestre, publicado em 1995 pelo IPPAR, agora IGESPAR.

Desta vez porque foram renovados os passadiços e a gruta estava limpa, sem elementos estranhos. Uma oportunidade única.

Tratava-se de fazer fotografias gerais da gruta que mostrassem a sua dimensão e monumentalidade. Usei uma grande-angular de 10mm e uma camara com sensor formato APS. Adequada para mostrar tudo.

Quanto à iluminação resolvi arriscar, embora não hovesse muito tempo para repetições. Com a ajuda do meu filho fomos ‘pintando’ a gruta com um só flash normal, disparado por rádio. Fiz cerca de 30 fotos que montei depois no Photoshop aproveitando o melhor de cada uma.

Miguel a pintar com flash

Fotografias escolhidas para a montagem final no Photoshop

Fotografia final da Gruta a partir da entrada

Fotografia final para a entrada

Estas 2 fotos são o resultado final da montagem final.  O que é curioso com esta técnica é que, dependendo das partes das fotografias seleccionadas para a montagem se podem obter diversas iluminações. O díficil é escolher.

Talvez um dia volte a pegar nestes ficheiros. Só pelo prazer de obter um resultado completamente diferente.

Cliente: IGESPAR

NATAL NO ESTALEIRO

O Natal foi passado com um braço ao peito, partido no início de Dezembro, resultado de uma brincadeira com a cadela do meu filho. Tive o primeiro contacto a sério com o hospital. 1 semana de internamento e 6 meses de fisioterapia para recuperar um nervo afectado. Óptimo serviço, não tenho queixas, antes pelo contrário.

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